"...cada vez que fecho os olhos e me lembro de ti, essa dor desaparece. Consigo alcançar paz contigo no meu pensamento."
28/02/2011
23/02/2011
Às vezes queria parar o tempo. Ter tempo para quem sinto falta. Ter tempo para fazer tudo e nada. A verdade é que nem sempre tempos tempo para fazermos tudo aquilo que nos assombra, de uma maneira ou outra, no nosso dia-a-dia. Ou então, temos tempo para resolvermos essas coisas mas no final, não chega nem para um tanto. É triste, mas é mesmo assim.
Ultimamente sinto ter tempo para fazer mil e uma coisas, mas o problema é saber como ocupar esse tempo que tenho entre uma hora ou outra que surga. A observação constante das pessoas poderá ser um bom passatempo quando não é feito constantemente. O café será um bom sítio para colocar ou redifinir ideias na agenda que nos acompanha, quando não somos obrigados a consumir. No entanto, acabo sempre por procurar algo para me distrair e aí o tempo já será escasso.
No final do dia, a luta foi dura mas acaba sempre bem. O tempo foi suficiente para que no dia seguinte, novamente, tudo recomece.
Ultimamente sinto ter tempo para fazer mil e uma coisas, mas o problema é saber como ocupar esse tempo que tenho entre uma hora ou outra que surga. A observação constante das pessoas poderá ser um bom passatempo quando não é feito constantemente. O café será um bom sítio para colocar ou redifinir ideias na agenda que nos acompanha, quando não somos obrigados a consumir. No entanto, acabo sempre por procurar algo para me distrair e aí o tempo já será escasso.
No final do dia, a luta foi dura mas acaba sempre bem. O tempo foi suficiente para que no dia seguinte, novamente, tudo recomece.
17/02/2011
16/02/2011
Ridículas
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Fernando Pessoa- Álvaro de Campos
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Fernando Pessoa- Álvaro de Campos
14/02/2011
13/02/2011
04/02/2011
03/02/2011
A Inês já conta com 600 seguidores e....
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